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Instalações, comunicação e serviços on-line foram os itens mais bem avaliados na pesquisa de satisfação

Instalações, comunicação e serviços on-line foram os itens mais bem avaliados na pesquisa de satisfação

Os resultados da Pesquisa de Satisfação do TRT-2 com os usuários externos, realizada no mês de outubro de 2017, mostram que os serviços mais bem avaliados foram as instalações do Tribunal (74%), a comunicação (63%) e os serviços on-line (61%).

Em cada um desses tópicos foram aferidos itens relativos ao tema: por exemplo, no quesito instalações físicas, o mais bem avaliado foi: “Segurança: procedimentos para entrar no prédio e controle de acesso e segurança das dependências” (81,5%).

A comunicação foi considerada “clara e eficaz” pela maioria: dois a cada três respondentes. O ranking dos canais mais bem avaliados foi: Boletim TRT-2 (76,2%); Justina (73,5%); site do TRT-2 (71,4%); YouTube (68,8%); Facebook (67%); TrabalhAMOS2 (66,2%); TRT Mural (64,6%); Twitter (63,8%) e TRTv (63,6%).

Quanto aos serviços on-line, os destaques positivos foram: emissão de certidão de ação trabalhista (73,7%); encontrar o serviço/informação no site (67,9%); consultar o andamento processual (61,2%). Pouco mais da metade (51,7%) avaliou positivamente o sistema do Processo Judicial Eletrônico (PJe), mas um maior número (60,2%) percebe os benefícios trazidos com sua implantação.

Perguntas específicas também sondaram o grau de confiança na instituição. Frente à afirmação “O TRT- da 2ª Região é uma instituição na qual eu confio”, 612 respostas foram positivas e 299, negativas, ou seja, o grau de confiança ficou em 67,2%.

A satisfação geral ficou com a nota média de 6,2. E houve 672 comentários de como o Tribunal pode melhorar seus serviços. Ou seja, 70,7% dos que responderam à pesquisa tiveram algo a comentar ou sugerir. Esses dados, de natureza qualitativa, continuam em análise pelos setores competentes e já começam a pautar ações da instituição.

Com relação ao perfil dos participantes, 950 se configuraram como público externo; 57,4% eram homens e 42,6%, mulheres; 83,7% asseguraram ter, como grau de instrução, graduação em nível superior ou mais. Cerca de 60,2% se identificaram como advogados, enquanto 23,5% se disseram partes em processos no TRT-2 (sendo 19,2% partes em processo em tramitação, 3,8% partes em processo concluído com decisão favorável e 0,5% com decisão contrária). Os demais usuários se dividiram entre estagiários, estudantes, peritos e outros.